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terça-feira, 27 de março de 2012

CRIATIVIDADE NA ROSTHAM

QUANDO A CRIATIVIDADE "VAI DA CABEÇA AOS PÉS".


É, os alunos da Rostham adoram inventar!

 E sua Criatividade, graças a Deus, não fica restrita aos "trabalhos da escola". 


(foto de alunos da turma 1901)

O que professores, pais e alunos entendem sobre criatividade?

 Será que a imposição de regras é sempre positiva?

Veja um trecho do artigo "De onde vem a criatividade" de Sérgio Navega sobre o assunto:


"(...)
Passamos boa parte de nossa vida aprendendo como melhorar nossa simulação do mundo exterior. Modelamos o mundo físico, modelamos as emoções das pessoas com as quais convivemos, modelamos a empresa em que trabalhamos, o governo, nossos vizinhos, nosso carro, o trânsito, etc. Boa parte de nosso raciocínio é meramente uma simulação de grandes cadeias causais (isto causa aquilo que causa aquilo...). Podemos dizer que essa sequência de inferências são representantes das "regras" que usamos no dia-a-dia, equivalentes às regras mais simples como aquela que diz que quando vou atravessar uma rua, devo olhar para os dois lados. Essa regra é tão forte que chega ao caráter de comportamento condicionado. Tudo isto é muito, muito útil, pois poupa-nos tempo, automatiza procedimentos rotineiros, aumenta nossas margens de acerto e evita erros fatais. Há poucas (se é que há alguma!) vantagem em ser criativo no atravessar a rua.
Mas há um lado ruim dessa tática: essas regras também nos fazem ficar acomodados e por isso evitamos procurar novas possibilidades. Para sermos criativos, temos que estar dispostos a quebrar (mesmo que apenas mentalmente) várias dessas sequências pré-programadas e dessa forma rodar nossa simulação do mundo com um conjunto alterado de regras. Mas para que mesmo fazer isso? (...)"


Leia, agora, o artigo na íntegra, clicando no link abaixo:


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